terça-feira, 11 de maio de 2010
As mudanças e as suas singularidades, com um olhar antropológico
Na etapa inicial da modernidade na metade do século XX , o cristianismo era considerado funcional aos interesses do capitalismo emergente, garantindo o respeito e a aceitação das normas que regulamentavam a convivência social, mesmo que alguns pontos da moral fossem contestados.
A modernidade costuma ser entendida como um ideário ou visão de mundo com a perspectiva com a qual um indivíduo, uma comunidade ou uma sociedade, enxerga o mundo e seus problemas em um dado momento da história, que está relacionada ao projeto de mundo moderno, empreendido em diversos momentos ao longo da Idade Moderna . Consolida-se com a Revolução Industrial .
A Revolução Industrial é acentuada dentro deste processo da transformação que a família perpassa, por ser decorrente de um processo escravista que a
sociedade viveu. Homens brancos trabalhando como homens negros, mulheres e crianças trabalhando como homens brancos e negros, recorrente da necessidade da manutenção da família.
E fácil enxergar que a família está marcada pelas nuanças que a sociedade impõe. Todas as transformações que indivíduo recebe de forma direta ou indireta através da sociedade vão ter sua representatividade dentro da família. Qualquer fato, por mais simplista que seja, que altere os comportamentos sociais, culturais, econômicos e religiosos, vai refletir na sociedade, que se insere na família e altera o comportamento do indivíduo.
É importante lembrar que a Revolução Industrial significou o início do processo de acumulação rápida de bens de capital, com conseqüente aumento da mecanização que relacionamos com freqüência ao desenvolvimento do Capitalismo .
O Capitalismo é definido como um sistema econômico baseado na propriedade privada dos meios de produção, no lucro, nas decisões quanto ao investimento de capitais feitas pela iniciativa privada, e com a produção, distribuição e preços dos bens, serviços e exploração da mão-de-obra afetada pelas forças da oferta e da procura.
Podemos dizer que o Capitalismo é um dos processos dentre alguns relacionados acima que mais converge à estrutura da família tradicional.
Num segundo momento, a ética herdada da tradição pareceu apresentar mais problemas do que soluções para uma sociedade que necessitava de outros valores “igualdade e liberdade”, e de outros direitos, quase sempre divergentes dos consolidados na tradição.
A ideologia do individualismo funda suas bases sobre a igualdade e a liberdade. Ao desprezarem a hierarquia social, todos os homens tornam-se iguais e livres perante o Estado. As funções determinadas pela posição social que o indivíduo ocupa são abolidas e, conseqüentemente, o Estado não consegue administrar a vida social e individual do homem. Não há referências para se espelhar; a noção de direitos e deveres se desvanece.
O homem moderno abdica de todo sistema de crenças e valores, negligenciando a trajetória de sua história social para consagrar a satisfação pessoal. Ocorre uma desintegração do indivíduo em relação à sociedade. Ele vive em função das suas necessidades individuais, de maneira que a existência do outro varia de acordo com sua necessidade. (DUMONT, 1993, p.7-8).
A modernidade costuma ser entendida como um ideário ou visão de mundo com a perspectiva com a qual um indivíduo, uma comunidade ou uma sociedade, enxerga o mundo e seus problemas em um dado momento da história, que está relacionada ao projeto de mundo moderno, empreendido em diversos momentos ao longo da Idade Moderna . Consolida-se com a Revolução Industrial .
A Revolução Industrial é acentuada dentro deste processo da transformação que a família perpassa, por ser decorrente de um processo escravista que a
sociedade viveu. Homens brancos trabalhando como homens negros, mulheres e crianças trabalhando como homens brancos e negros, recorrente da necessidade da manutenção da família.
E fácil enxergar que a família está marcada pelas nuanças que a sociedade impõe. Todas as transformações que indivíduo recebe de forma direta ou indireta através da sociedade vão ter sua representatividade dentro da família. Qualquer fato, por mais simplista que seja, que altere os comportamentos sociais, culturais, econômicos e religiosos, vai refletir na sociedade, que se insere na família e altera o comportamento do indivíduo.
É importante lembrar que a Revolução Industrial significou o início do processo de acumulação rápida de bens de capital, com conseqüente aumento da mecanização que relacionamos com freqüência ao desenvolvimento do Capitalismo .
O Capitalismo é definido como um sistema econômico baseado na propriedade privada dos meios de produção, no lucro, nas decisões quanto ao investimento de capitais feitas pela iniciativa privada, e com a produção, distribuição e preços dos bens, serviços e exploração da mão-de-obra afetada pelas forças da oferta e da procura.
Podemos dizer que o Capitalismo é um dos processos dentre alguns relacionados acima que mais converge à estrutura da família tradicional.
Num segundo momento, a ética herdada da tradição pareceu apresentar mais problemas do que soluções para uma sociedade que necessitava de outros valores “igualdade e liberdade”, e de outros direitos, quase sempre divergentes dos consolidados na tradição.
A ideologia do individualismo funda suas bases sobre a igualdade e a liberdade. Ao desprezarem a hierarquia social, todos os homens tornam-se iguais e livres perante o Estado. As funções determinadas pela posição social que o indivíduo ocupa são abolidas e, conseqüentemente, o Estado não consegue administrar a vida social e individual do homem. Não há referências para se espelhar; a noção de direitos e deveres se desvanece.
O homem moderno abdica de todo sistema de crenças e valores, negligenciando a trajetória de sua história social para consagrar a satisfação pessoal. Ocorre uma desintegração do indivíduo em relação à sociedade. Ele vive em função das suas necessidades individuais, de maneira que a existência do outro varia de acordo com sua necessidade. (DUMONT, 1993, p.7-8).
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Prezado Vanderley; em 1995 publiquei resultado de uma pesquisa parcial, na qual apontava Christalino Luiz da Silva como sendo o "possivel" coronel que tenha dado origem ao nome do bairro de vila "Nhocuné". No entanto, posteriormente, tendo continuado as pesquisas, descobri que: em 1872, quando Christalino e outros, foram donos das terras dessa localidade, as mesmas já eram chamadas de "sítio Nhocuné". Portanto, a origem do nome do bairro é anterior á Christalino. Você e outros blogueiros veem publicando aquela pesquisa parcial, e multiplicando o meu equívoco. Em julho próximo, devo publicar um trabalho ratificando a informação; em função, disso seria conveniente retirar do ar a informação equivocada sobre Christalino.
ResponderExcluirReceba meu fraternal abraço! Zé Carlos Batalhafam.
obrigado amigo pela informação!!!!
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